domingo, 11 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Post (9) Magia e mecânica na final
Aí está a Espanha na final.
Como disse o seleccionador alemão no fim da meia-final (Alemanha 0 - Espanha 1), "ganhou a melhor selecção do mundo".
Agora falta a final com a Holanda.
De um lado os magos, do outro a laranja mecânica.
Dois futebois, com muitas coisas em comum.
Perspectiva-se então uma grande final, o Continente Africano e a África do Sul, em particular, merece-a.
sábado, 3 de julho de 2010
Post (8) Cumpridos os serviços mínimos
Merecidamente, perdemos nos oitavos-de-final com a super Espanha (0-1).
Saímos do mundial com uma vitória, uma derrota e dois empates.
Ao todo metemos 7 golos (apenas num jogo - Coreia do Norte) e sofremos um, precisamente naquele em que não podíamos perder.
Como prevíamos, no final do jogo com a Espanha apareceram, de imediato, os justiceiros do costumo, armados com a maledicência rotineira, com a língua faminta de fora e ávidos de vitimas.
No somatório de tudo não comprometemos e tivemos ao nível das nossas reais capacidades. Cumprimos com os serviços mínimos.
Olhando para os jogadores portugueses presentes, com uma ou outra ausência, estavam lá os melhores. Mas atenção, um aviso que aqui deixo, para haver melhores tem que se apostar, atempadamente, na formação exaustiva de jovens futebolistas.
Em Portugal, sendo o país pequeno, a tarefa é sempre mais difícil e exigente.
Esta difícil missão terá que ser a nossa prioridade para os próximos anos, se estivermos interessados em, pelo menos, manter os nossos níveis actuais competitivos.
Saímos do mundial com uma vitória, uma derrota e dois empates.
Ao todo metemos 7 golos (apenas num jogo - Coreia do Norte) e sofremos um, precisamente naquele em que não podíamos perder.
Como prevíamos, no final do jogo com a Espanha apareceram, de imediato, os justiceiros do costumo, armados com a maledicência rotineira, com a língua faminta de fora e ávidos de vitimas.
No somatório de tudo não comprometemos e tivemos ao nível das nossas reais capacidades. Cumprimos com os serviços mínimos.
Olhando para os jogadores portugueses presentes, com uma ou outra ausência, estavam lá os melhores. Mas atenção, um aviso que aqui deixo, para haver melhores tem que se apostar, atempadamente, na formação exaustiva de jovens futebolistas.
Em Portugal, sendo o país pequeno, a tarefa é sempre mais difícil e exigente.
Esta difícil missão terá que ser a nossa prioridade para os próximos anos, se estivermos interessados em, pelo menos, manter os nossos níveis actuais competitivos.
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