sexta-feira, 13 de março de 2015

Jogada para canto ...

Numa crónica cheia de humor Alfredo Relano, jornalista do desportivo “AS”, escreve (hoje – dia 13/sexta – feira) que o presidente do Real Madrid (Florentino Pérez) “convocou ontem a imprensa para atacar a imprensa”. Florentino tentava desviar as atenções e assim apagar a imagem negativa das exibições (últimas) que o clube branco tem realizado em diversos palcos e competições. O móbil encontrado foi, segundo as suas palavras, a notícia publicada por um outro jornal desportivo “MARCA”, em que ali se focaliza a repartição de culpas, assim: jogadores (56%); treinador (Ancelotti) (27%); presidente (Florentino) (17%). Florentino tenta na conferência de imprensa servir para canto, tenta criar um inimigo externo.
Na verdade F. Pérez tem má imprensa. Ou melhor, apenas consegue conviver com a sua verdade, e esta nem sempre consegue conviver com os piores resultados. Curiosamente, o Real Madrid tinha alcançado, recentemente, um resultado negativo (3-2).  

quarta-feira, 11 de março de 2015

Filosofia sólida

Passo a transcrever as declarações de José Mourinho acerca da contratação de Matic ao Benfica.
Mourinho fala em gestão estratégica adequada. Para o técnico português, foi um erro, na altura, a saída do médio sérvio para o Benfica, envolvido no negócio que levou David Luiz para Stamford Bridge.
«Se eu estivesse no clube, um jogador esquerdino, com 1.95 metros de altura, nunca teria saído. Com a idade que ele tinha na altura, podia ter uma evolução boa ou má. É importante manter a situação sob controlo e felizmente o Chelsea esteve bem ao decidir trazê-lo de volta. Queríamos um médio, tínhamos três ou quatro nomes na mesa, mas o melhor era um jogador que o Chelsea envolveu noutro negócio», explicou, em declarações reproduzidas em A Bola.
Tal terá acontecido por «tantos treinadores» terem passado pelo Chelsea nos últimos anos, o que impossibilita a construção de uma «filosofia sólida».

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

FUTEBOL PROFISSIONAL - Distribuição equitativa das receitas televisivas

“Em busca de um reparto competitivo” – título do artigo publicado hoje (10-02-2015) no jornal “AS” da autoria do jornalista Alfredo Relano (AR). AR a propósito da goleada imposta pelo AT.madrid (ATL) ao R. madrid (MAD) levantou uma questão interessante relacionada com a repartição das receitas televisivas feitas aos dois emblemáticos clubes da capital espanhola. Conclui o jornalista que a diferença de tratamento entre os dois clubes – manifestamente favorável ao R. Madrid – é enorme. O MAD a par do Barcelona recebem incomparavelmente mais que os restantes clubes da principal Liga espanhola. Tudo está feito (aparentemente) para que os citados (grandes) não tenham competidores. A questão que se levanta também é a de saber se isto é feito propositadamente ou é, antes, fruto do exercício do poder i/é do controlo institucional realizado pelos dois clubes. Nesta perspectiva o resultado (goleada) favorável ao ATL deverá ser considerado heróico.
Por analogia, não fosse a bola redonda, serve este exemplo de nuestros hermanos  para compararmos a situação portuguesa e para facilmente compreendermos as manobras realizadas, ultimamente, pelo FC Poto e o SL Benfica no sentido de se aliarem com vista a  repartirem num futuro próximo, entre si, o repasto da receita televisiva. Também aqui haveria as vítimas, desde logo o meu sporting e naturalmente todos os restantes clubes portugueses.
Voltando a AR o jornalista do “AS” e ao contexto da situação espanhola e aos desequilíbrios gritantes e manifestos na distribuição dos dinheiros provenientes das receitas televisivas, propõe que seja produzida legislação que permita a regulação de toda esta situação de maneira justa e equitativa. O mesmo deve acontecer para o caso português – legislação produzida por alguém competente e independente – a qual deve garantir um tratamento adequado e justo e não de acordo com interesses meramente cartelistas. 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

BOAS FESTAS E UM GRANDE 2015

vino

São os nossos votos

Sobre o mapa futebolístico nacional



Se a lógica competitiva da maioria dos nossos campeonatos de futebol, nos diversos escalões e categorias, tivesse relacionamento directo com a população do país, com o número de adeptos e espectadores efectivos nos estádios, com as infraestruturas existentes, com o fosso económico e social existente entre o interior e o litoral e finalmente com as potencialidades económicas reais do país - sobretudo estas - provavelmente teríamos um mapa futebolístico nacional distinto. 
Como mais distinto seria ainda se tivéssemos objectivos estratégicos convenientemente suportados e sustentados em políticas desportivas adequadas e concomitantes. 
Ao invés temos uma proliferação e um excesso de competições apanágio, de um país futebolisticamente diferente, só explicável pela lógica dos interesses instalados, e pelo facto de sermos, decididamente, um povo alienado pelo futebol e portanto mais facilmente manipulável.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Acabar com a violência .....


Em  consequência dos graves incidentes, entre claques,  recentemente ocorridos em Madrid e no seguimento de um jogo de futebol entre o Atlético e o Desportivo da Corunha, as autoridades que regem a actividade do futebol em Espanha, tomaram medidas contundentes com o objectivo de não serem, no futuro, repetidos actos semelhantes.
As diversas instituições que directa e indirectamente gerem o futebol devem, de forma categórica, introduzir medidas que eliminem a violência no futebol.

Assim, a “Comissão Anti-Violência” propôs um conjunto de medidas  cautelares, das quais, se salienta: (i) proibição aos infractores de acederem aos estádios por  um período razoável de tempo; (ii) multa pecuniária significativa aos infractores; (iii) aos clubes que colaborem com os adeptos violentos a imposição de colocarem, obrigatoriamente, grades de protecção junto ao relvado; (iv) a perda de pontos, inclusive – em função da gravidade dos actos – a descida de divisão.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Duelo permanente


Um duelo inevitável hoje em  Old Trafford - jogam as selecções de Portugal e Agertina.
Desde 2009 Cristiano marcou pelo Madride 268 golos, Messi 273 - equilíbrio portanto.
Curiosamente os níveis de realização destes atletas baixa quando jogal pelas selecções.